quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

20 DE JANEIRO DIA SÃO SEBASTIÃO - OXOSSI O ORIXÁ DA FARTURA



SUA HISTÓRIA:

De acordo com Actos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 d.C. com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal - a Guarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia). Foi dado como morto e atirado no rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Santa Irene), apresentou-se novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi jogado no esgoto público de Roma. Luciana (Santa Luciana, cujo dia é comemorado em 30 de Junho) resgatou seu corpo, limpou-o, e sepultou-o nas catacumbas.


São Sebastião, por Botticelli.Existem inconsistências no relato da vida de São Sebastião: Historicamente o edito que autorizava a perseguição sistemática dos cristãos pelo Império foi publicado apenas em 303 (depois da Era Comum), pelo que a data tradicional do martírio de São Sebastião parece um pouco precoce. O simbolismo na História, como no caso de Jonas, Noé e também de São Sebastião, é vista, pelas lideranças cristãs atuais, como alegoria, mito, fragmento de estórias, uma construção histórica que atravessou séculos.

O bárbaro método de execução de São Sebastião fez dele um tema recorrente na arte medieval - surgindo geralmente representado como um jovem amarrado a uma estaca e perfurado por várias setas (flechas); de resto, três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico.

Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge na Baixa Idade Média, designadamente nos séculos XIV e XV, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa. Embora os seus martírios possam provocar algum ceticismo junto dos estudiosos atuais, certos detalhes são consistentes com atitudes de mártires cristãos seus contemporâneos.

São Sebastião no folclore, na literatura e no cinema
São Sebastião foi o ícone de várias expressões artísticas. A Pintura há muito o nomeou como modelo de pintores da Renascença.

Na literatura, São Sebastião teve sua trajetória contada no livro "Perseguidores e Mártires" , do escritor italiano Tito Casini. Ainda na literatura, foi um dos personagens centrais do romance "Fabíola" (também intitulado "A Igreja das Catacumbas"), escrito em 1854 pelo Cardeal Nicholas Wiseman.

A Obra de Wiseman foi levado para as telas de cinema em 1949, num filme francês homônimo dirigido por Alessandro Blasetti, e estrelado por Michèle Morgan, e com o ator italiano Massimo Girotti no papel de São Sebastião. Um Remake cinematográfico do romance de Wiseman foi realizada em 1961, na Itália, com o título "La Rivolta degli Schiavi ("A Revolta dos Escravos ), dirigido por Nunzio Malasomma, e protagonizada pela estrela norte-americana Rhonda Fleming, tendo o romano Ettore Manni como o santo mártir.

Oxossi no sincretismo é São Sebastião
20 de Janeiro

Salve São Sebastião!
Salve Oxossi e todos os Caboclos!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

QUALIDADES DOS ORIXÁS (OGUM)

Qualidades do Orixá Ogun
Ògún Meje - É o mais velho de todos, a raiz dos outros, Ògún completo, velho solteirão rabujento. É o aspecto do orixá que lembra a sua realização em conquistar a sétima
aldeia que se chamava Ire (Meje Ire) deixando em seu lugar o seu filho Adahunsi.

Ògún Je Ajá ou Ogúnjá como ficou conhecido - Um de seus nomes em razão de sua preferência em receber cães como oferendas, um dos seus mitos liga-o a Oxaguiã e Ìyemonjá quanto a sua origem e como ele ajudou Osalá em seu reino fazendo ambos um trato.É um Ògún, como indica o seu nome, particularmente combativo. Tem temperamento rabugento, solitário, veste-se de verde escuro e usa contas verdes. Dizem que acompanha Ogúnté.

Ògún Ajàká - É o “verdadeiro Ògún guerreiro”, sanguinário, que em princípio se veste de vermelho. Teria sido rei de Òyó e irmão de Sàngó. Ajàká é um tipo particularmente agressivo de Ògún, um militar acostumado a dar ordens e a ser obedecido, seco e voluntarioso, irascível e prepotente.

Ògún Xoroke ou Ògún Soroke - Apenas um apelido que Ògún ganhou devido à sua condição extrovertida; soro = falar, ke= mais alto.Usa contas de um azul escuro que se aproxima do roxo. “Xoroke é um Ògún que tende a confundir-se com Esú, agitado, instável, suscetível e manhoso.

Ògún Meme - Veste-se igualmente de verde e usa contas verdes, como Ogunjá, mas de uma tonalidade diferente.

Ògún Wori - (Warri, ou wori: Yorübá) - É um Ògún perigoso, dado da feitiçaria, ligado ao màriwò, aos antepassados.; Tem temperamento difícil, suscetível, autoritário o espírito dogmático.

Ògún Lebede (Alagbede) - É o Ògún dos ferreiros, marido de Yémánjá Ogúnté e pai de Ògún Akoro. Representam um tipo mais velho de Ògún, trabalhadores conscienciosos, severos, que “não brincam em serviço”, ciente de seus deveres como de seus direitos, exigente e rabujento.

Ògún Akoró - É o irmão de Oxóssi, ligado à floresta, qualidade benéfica de Ògún invocada no pàdé. Filho de Ogúnté, Akoró é um tipo de Ògún jovem e dinâmico, entusiasta, era empreendedor, cheio de iniciativa, protector seguro, amigo fiel, e muito ligado à mãe.

Ògún Oniré - É o título de Ògún filho de Oniré, quando passou a reinar em Ire, Oni = senhor, Ire = aldeia., o dono de Iré, primeiro filho de Odúduwà. Oniré é um Ògún antigo que desapareceu debaixo da terra. Usa também contas verdes. Guerreiro impulsivo é o cortador de cabeças, ligado à morte e aos antepassados; orgulhoso, muito impaciente, arrebatado, não pensa antes de agir, mas acalma-se rapidamente.

Ògún Olode - Epíteto do orixá destacando a sua condição de chefe dos caçadores, originário de Kétu. Não come galo por ser um animal doméstico. Amigo do mato, dos animais, conhecedor dos caminhos, e é um guia seguro. Seu temperamento solitário assemelha ao de Oxóssi.

Ògún Popo - Seria o nome de Ògún quando foi à terra dos Jeje, é um tipo fanático.

Ogun Waris: Nessa condição o orixá apresenta-se muitas vezes com forças
destrutivas e violentas. Segundo os antigos a louvação patakori não lhe cabe, ao invés de agradá-lo ele aborrece-se. Um dos seus mitos narra que ele ficou momentaneamente cego.

Ògún Masa - Um dos nomes bastante comuns do orixá, segundo os antigos é um aspecto benéfico do orixá quando assim se apresenta.
Há vários nomes de Ògún fazendo alusão a cidades onde houve o seu culto, como Ògún Ondo da cidade de Ondo, Ekiti onde também há seu culto, etc. O orixá possui vários nomes na África como no Brasil e com isso ganha as suas particularidades e costumes.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Omolu - Atoto

Dia 11 de Fevereiro, comemoração a São Lazaro no catolicismo e para nós do Templo Filhos do Oriente é comemorado uma grande obrigação em agradecimento ao Orixá Omolum.

Oração a Omolu
Atoto, atoto, atoto. Meu pai obaluaie. Salve querido pai da vida e da riqueza. Eu a vos humildemente e com todo respeito senhor. Peço-lhe. (faça seu pedido) Oh, grande obaluaie. Se meus pedidos forem injustos e não merecidos. Não me puna senhor, pai. Não deixe que caísse sobre mim sua ora. Mas de a mim o que for de meu merecimento. Senhor da lama e do ouro. Pai de todo aye. Que as suas bênçãos. Livrem-me de todos os males. De todas as dores. De todas as doenças. De todas as pestes. Moléstias e perseguições. Ilumine obaluaie a minha vida Minha consciência. E que a sua justiça seja. Sempre minha companheira. Proteja-me pai. Atoto axé.

NOMES: OMULU – OBALUAIÊ – XAPANÃ – DUZINA – SAKPATÁ – CAVIUNGO – CAJANDÁ – QUINCONGO – GARGAMELA – AZOANI – INTOTO
ELEMENTO: TERRA
DOMÍNIO: SAÚDE
DOENÇAS INSTRUMENTOS: XAXARÁ – FEIXE DE PALITOS DE DENDEZEIRO, BORDADO COM, PALHA-DA-COSTA E MUITOS BÚZIOS – E LAGDIBÁ – COLAR FEITO COM RODELAS DE CHIFRE DE BÚFALO. SAUDAÇÃO: ATOTÔ – MANI MANI
NÚMERO: 13
COMIDAS: ABERÉM – LATIPÁ – DOBURÙ
CORES: PRETO – BRANCO – VERMELHO INTERCALADOS – OU RAJADOS – PRETO E BRANCO INTERCALADOS – PRETO E BRANCO RAJADOS

Grande Orixá, portador de todas as enfermidades da pele e outras, tem grande conhecimento, virtude conseguida através de sua calma e justiça, defende seus filhos e os pune se necessário, tenho grande orgulho de fazer parte de um templo em que esse é um dos orixás que está a frente zelando de seus filhos, Atóto meu pai!

domingo, 25 de janeiro de 2009

O Templo Filhos do Oriente tem como objetivo divulgar as entidades espirituais, deixando de lado toda descriminação humana, haja vista que tanto a Umbanda, Candomblé, e demais religiões do culto afro brasileiro, tem uma grande enormidade de cultura, historias e estórias que engrandeceram, fizeram e fazem parte do nosso cotidiano, ao vermos que estamos a cada dia mais buscando na espiritualidade o conhecimento a cura e o que é mais buscado o contato com o mundo espiritual, por isso o Templo Filhos do Oriente dentro do seus trabalhos acolhe toda ramificação religiosa, não discriminando nenhuma entidade incorporada, tendo em vista a alta evolução de varias entidades, temos por obrigação conhecê-las, pois cada uma necessita de doutrina, a fim de que cada entidade consiga a sua evolução, da melhor maneira possível, vemos que em vários Templos muitas entidades são descriminadas, não pelo fato de serem consideradas inúteis, mas sim pelo fato dos templos não os conhecerem, acabam perdendo uma grande e valiosa entidade espiritual, lembrando que sempre quando chega uma entidade nova dentro do Templo, ela raramente vem desacompanhada, sempre os demais espíritos de sua corrente, ou seja o seu bando ou turma de espíritos, que ambos trabalham da mesma forma, e se dizem fazerem parte da mesma família, por isso acolhemos todas as entidades seja ela de índios de outras nações, famílias de outros países, tribos antigas e povos que já não mais existem. Acreditamos que cada uma dessas entidades sempre tem uma nova lição a nos ensinar, com isso aprendemos mais e podemos conhecer a complexidade da mente do ser humano.

Lembrando que Deus está sempre no nosso dia a dia, dando a devida orientação para a doutrinação de todas as entidades.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Video - Trabalho no Templo

Fotos do Templo Espiritualista Filhos do Oriente - Festa Cosme e Damião 2008

Festa Cosme e Damião - 2008
Mesa Cosme e Damião - 2008

Mesa Cosme e Damião com as 07 crianças


Mesa Cosme e Damião - 2008



Mesa com as comudadas e Bebidas de Cosme e Damião -2008




Bandeira de Cosme e Damião





Caboclo Tupiniquim






São Jorge/Santo Antonio - Ogum







Iemanjá








Oxum